O Porto

PORTO DE SANTANA AMAPÁ

A construção do Porto de Santana (antigo Porto de Macapá) foi iniciada em 1980, com a finalidade original de atender à movimentação de mercadorias por via fluvial, transportadas para o Estado do Amapá e para a Ilha de Marajó. Todavia, pela sua posição geográfica privilegiada, tornou-se uma das principais rotas marítimas de navegação

, permitindo conexão com portos de outros continentes, além da proximidade com o Caribe, Estados Unidos e União Européia, servindo como porta de entrada e saída da região amazônica.
A inauguração oficial das instalações ocorreu em 6 de maio de 1982. A partir de 14 de dezembro de 2002, através do Convênio de Delegação nº 009/02 do Ministério dos Transportes e a Prefeitura de Santana, com a interveniência da Companhia Docas do Pará, foi criada a Companhia Docas de Santana, empresa pública de direito privado para exercer a função de Autoridade Portuária.

ADMINISTRAÇÃO Companhia Docas de Santana - CDSA

LOCALIZAÇÃO

Na margem do Rio Amazonas, no canal de Santana, em frente à ilha do mesmo nome, a 18 km de Macapá, capital do Estado do Amapá.

Latitude: 0º 4’ N
Longitude: 51º 10’ W
Endereço: Rua Cláudio Lúcio Monteiro, 1380 – Novo Horizonte – Santana
CEP: 68925-000 – Macapá – AP
Fone: 96 3314–1200 /3314–1205
Site: www.docasdesantana.com.br

ÁREA DE INFLUÊNCIA

Compreende o Estado do Amapá e toda bacia amazônica e seus principais portos: Porto de Trombeta; Porto de Munguba; Porto de Santarem; Porto de Itacoatiara; Porto de Manaus, Porto de Porto Velho e Porto de Itaituba, os municípios paraenses de Afuá e Chaves, situados na foz do Rio Amazonas, a noroeste da ilha de Marajó.

ACESSOS

Rodoviário: pelas rodovias AP-010, ligando as cidades de Macapá e Mazagão; BR-210 (Perimetral Norte), encontra a BR-156, próximo a Macapá, e na área urbana, pela Rua Cláudio Lúcio Monteiro.
Ferroviário: a 2km das instalações portuárias, a estrada de ferro do Amapá – EFA, liga a Serra do Navio até o terminal privativo da Tocantins Mineração S/A, em Santana.
Marítimo: pelo Rio Amazonas, pela Barra Norte, situada entre as ilhas Janaucu e Curuá e pela Barra Sul, delimitada pelas ilhas de Marajó e Mexiana; pelo canal natural de Santana, braço norte do Rio Amazonas, com largura variável entre 500m e 800m e profundidade operacional de 12m.
Fluvial: pelo Rio Amazonas e seus afluentes.
Aéreo: Aeroporto Internacional de Macapá, a 20 km do porto, com vôos diários para as principais capitais do Brasil.

ÁREA DO PORTO ORGANIZADO

Conforme Portaria-MT nº 71, de 15/03/00 (D.O.U. de 16/03/00), a área do Porto Organizado de Santana, no Município de Santana, no Estado do Amapá, é constituída:

  • pelas instalações portuárias terrestres existentes no Município de Santana (AP), tendo como limites extremos, a leste a foz do Rio Matapi e a oeste a localidade de Fazendinha, ambos projetados em direção ao Rio Amazonas, abrangendo todos os cais, docas, pontes e piers de atracação e de acostagem, armazéns, edificações em geral vias internas de circulação rodoviárias e ferroviárias, e, ainda, os terrenos ao longo dessas faixas marginais e suas adjacências, pertencentes à União, incorporados ou não ao Patrimônio do Porto de Macapá ou sob sua guarda e responsabilidade.
  • pela infra-estrutura de proteção e acessos aquaviários, compreendendo as áreas de fundeio, bacias de evolução, canal de acesso e áreas adjacentes a estes até mesmo às margens das instalações do Porto Organizado, conforme definido na alínea "a" desta Portaria, existentes ou que venham a ser construídas e mantidas pela administração do Porto ou por outro órgão do Poder Público.

A área de jurisdição do Porto Organizado de Macapá compreende a poligonal composta dos seguintes pontos:

A 0º 03' 00" S e 51º 12' 30" W
B 0º 04' 06" S e 51º 12' 30" W
C 0º 04' 06" S e 51º 06' 46" W
D 0º 03' 00" S e 51º 06' 46" W

ESTRUTURA

Cais A: com 200m de extensão, profundidade de 12m e um berço próprio para navios tipo Panamax.
Cais B: com 150m de extensão, 11m de profundidade, e um berço, atende às navegações de longo curso e de cabotagem.
1 armazém de 2.800m² para carga geral
1 galpão de 1.500m²
1 pátio de 3.000m²
Pátio de Contêineres com 16.500m², com capacidade para 900 TEUs.

TERMINAIS PRIVADOS

Anglo Ferrous: com 270m de cais e 12m de calado, opera na exportação de minério.
Ipiranga/Texaco: com 120m de cais e 10m de calado, movimenta combustíveis.

EQUIPAMENTOS

1 guindaste Grove modelo GMK – 5130 para 130t
1 empilhadeira Hyster de 7t
2 empilhadeiras Yale de 3t
2 tratores Ford CBT para reboque de carretas
6 carretas para contêineres
6 carretas para palets
2 transportadores de correia móvel e elétrica
1 balança rodoviária eletrônica de 80t
1 ship-loader para cavaco, da Amcel
1 empilhadeira Belotti para contêineres de 40t

ESTRUTURA DE APOIO

Energia Elétrica: banco de 3 transformadores trifásicos de 75 kva nas tensões440/254V, 380/220V e 220/127V;
Água: fornece água potável para os navios
Tomadas para contêineres frigorificados:
04 tomadas trifásicas de 220 V
06 tomadas trifásicas de 380 V
10 tomadas trifásicas de 440 V
Combustível: não existe
04 empresas atuam como operadores portuários: Mineração Vila Nova, Amapá Celulose – Amcel, Amazon Log e MMX – Minerais e Metálicos do Amapá.
Praticagem: Praticagem da Bacia Amazônica Oriental Ltda.
Rebocadores: não existe (não precisa)

MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS 

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Cargas predominante:

Cromita, manganês, madeira, cavaco de eucalipto e pinus, biomassa, minério de ferro e pasta de celulose.

PROJETOS DE EXPANSÃO

– Ampliação do píer 2 para 200m e construção de um novo berço.